Energia Eólica pode ser a solução americana?
ENERGIA EÓLICA
O ELO PERDIDO NO PROGRAMA ENERGÉTICO DE BUSH
Lester R. Brown
O programa energético de Bush, tão ansiosamente aguardado, publicado no dia 17 de maio de 2001, provocou grande desapontamento por ter ignorado em grande parte sua contribuição potencial para o aumento da eficiência energética. Também ignorou o gigantesco potencial da energia eólica, que provavelmente representará um acréscimo maior à capacidade de geração dos Estados Unidos do que o carvão.
Em suma, ao elaborar um programa energético mais adequado para o início do século XX do que do século XXI, os autores do programa parecem não acompanhar o que está acontecendo na economia energética mundial. Enfatizam o papel do carvão, embora o consumo mundial tenha atingido o pico em 1996 e declinado desde então cerca de 11 porcento, à medida que os países dão as costas a este combustível destruidor do meio-ambiente. Até a China, que se iguala aos Estados Unidos na queima do carvão, reduziu seu consumo em 24 porcento desde 1996.
Enquanto isso, o consumo mundial de energia eólica quase quadruplicou nos últimos cinco anos, uma taxa de crescimento comparável apenas à da indústria da informática. Nos Estados Unidos, a Associação Americana de Energia Eólica prevê um crescimento surpreendente de 60 porcento na capacidade de geração de energia eólica neste ano.
Fobos, A maior lua de Marte
A Nasa, a agência espacial americana, divulgou hoje as imagens detalhadas de Fobos, a maior das duas luas de Marte, feitas por uma das câmeras da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO).
Em comunicado, a Nasa indicou que uma dessas imagens, captada a uma distância de cerca de 6,8 mil km, mostra o panorama de uma zona iluminada de aproximadamente 21 km, no qual se destaca a cratera Stickney.
As fotos coloridas mostram materiais próximos às bordas da Stickney, e nelas também aparecem outras crateras e depressões que parecem ter se formado como resultado de impactos provenientes de Marte.
O comunicado indicou que as fissuras detectadas nas paredes da Stickney e de outras crateras são resultado do desmoronamento de material para o interior da depressão, arrastado pela força gravitacional da lua.
Segundo Alfred McEwen, …Ler artigo completo
Internet provoca mais aquecimento global que tráfego aéreo
Os centros de computação consomem quantidades imensas de energia e o uso deles está crescendo astronomicamente. Soluções criativas estão sendo procuradas - e encontradas.
Por Manfred Dworschak
Quando o professor Heinz-Gerd Hegering encomenda um novo supercomputador, ele primeiro alerta a companhia elétrica. As linhas de força nos arredores do centro, no interior da Baviera, precisam ser capazes de suportar a carga adicional. “É o suficiente para os engenheiros começarem a suar”, disse Hegering.
O novo computador gigante de Hegering, que ele planeja instalar em 2011, não será exatamente eficiente em energia. Na verdade, ele usa tanta energia da rede quanto a necessária para que um trem de alta velocidade de 400 toneladas, plenamente carregado, acelere de zero a 300 km/h.
Hegering dirige o Centro Leibniz de Computação, construído para as universidades de Munique, na cidade vizinha de Garching. O centro já conta com um dos supercomputadores mais poderosos do mundo. O computador fica abrigado em um cubo cintilante da altura de um prédio de 10 andares. Os pesquisadores no centro realizam simulações do nascimento de galáxias ou da expansão de ondas sísmicas. Tamanha computação gera muito calor.



